Desde o surgimento dos microcontroladores, existem ambiente controlados remotamente, mais comumente direcionados para indústrias. Mas atualmente existem muitas outras tecnologias (gsm, gprs, wap, WiFi…) que acrescentaram inúmera possbilidades de conexão e monitoramento, a um custo relativamente baixo se comparados às mais antigas. Apesar de ser uma tendência futurista, não parece ser um conceito novo. Desde muito tempo se deseja construir sistemas de controle que facilitam a vida das pessoas.
Uma casa inteligente pode ser concebida como um espaço residencial evoluído, por contemplar soluções integradas e racionais, baseadas em tecnologia, de modo a oferecer uma infra-estrutura tecnologicamente avançada que permita aos seus habitantes usufruir de um conjunto de serviços e funcionalidades, tais como segurança, gestão de recursos, conforto, automatização de tarefas domésticas , entretenimento, monitoramente, etc. 
Ao se criar um projeto de casa inteligente, deve-se levar em consideração um fato importante e que tem âmbito legal: as organizações que são responsáveis, por algum modo, de regularizar os ambientes construídos, como o CREA, por exemplo, podem interferir em seu projeto. Existe, de fato, uma movimentação para se regularizar esses tipos de projetos, em vista de evitar futuros problemas com a segurança e o bem-estar das pessoas que venham a utilizar o ambiente. Existe também uma tendência a fomentar esse tipo de projeto, levando em conta que eles ajudam na economia de energia e no uso racional de recursos de água e comunicação.

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